Faltam apenas 30 dias para o Festival de Parintins 2026, quando os bois Caprichoso e Garantido voltarão a transformar o Bumbódromo em palco de um dos maiores espetáculos culturais do mundo.
A expectativa já pode ser sentida não apenas na Ilha Tupinambarana, mas também em Manaus, onde o comércio começa a viver o clima da festa, movimentando a economia, com o aumento da procura por itens de boi-bumbá.
A movimentação ocorre em um momento de grande expectativa para a edição de 2026 do Festival de Parintins, que será realizado nos dias 26, 27 e 28 de junho e deve atrair cerca de 126 mil visitantes, com projeção de impacto econômico superior a R$ 193 milhões, segundo estimativas divulgadas por organizadores e entidades ligadas ao evento.
Camisas, acessórios, biojoias, bandeiras, adereços e outros produtos nas cores azul e vermelho estão em alta. Mas para quem ainda não tem um lado, os tons neutros são uma boa pedida.
Enquanto os galpões trabalham intensamente na preparação das alegorias e os itens oficiais reforçam os ensaios, comerciantes e artesãos também entram na contagem regressiva.
O empreendedor Adriano Fadoul comenta o que mais tem sido buscado na loja dele.
“Aqui as pessoas procuram de tudo e nós temos de tudo para o Festival de Parintins. Temos brincos, adereços e tudo isso tem saído bastante. O leque também não pode faltar, é essencial”, contou.
Já o jornalista Fernando Silva, que veio ao Amazonas pela primeira vez a trabalho, destaca que tem muita vontade de ver de perto o Festival, mas como ainda não será dessa vez, ele vai levar um pouco de Parintins para a cidade destino dele, Florianópolis.
“Eu conheço o Festival de Parintins. Tenho muita vontade de ver de perto mas, desta vez, estou a trabalho e vou levar um acessório neutro para minha filha, que também é apaixonada por essa cultura”, diz.
Entre torcedores apaixonados, turistas e admiradores da cultura amazônica, os produtos inspirados nos bois-bumbás ajudam a manter viva a tradição e demonstram como a festa ultrapassa os limites da arena, gerando emprego, renda e valorização da identidade cultural do Amazonas.
