A Copa do Mundo de 2026 promete entrar para a história antes mesmo de a bola rolar. Pela primeira vez, o torneio terá 48 seleções participantes e 104 partidas disputadas ao longo de pouco mais de um mês. A competição será realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México.
A ampliação do formato foi aprovada pela Fifa para aumentar a representatividade global no torneio. As seleções serão divididas em 12 grupos com quatro equipes cada, aumentando em 40 o número de jogos em relação à Copa do Mundo do Catar, em 2022, que contou com 64 partidas.
Outro número que chama atenção é a expectativa de público. A Fifa estima colocar quase 7 milhões de ingressos à venda, o dobro do recorde registrado na Copa de 1994, também sediada pelos Estados Unidos. O Mundial será disputado em 16 estádios espalhados pelos três países-sede, consolidando a maior estrutura já utilizada em uma edição da competição.
O México também alcançará uma marca inédita: será o primeiro país a sediar três edições da Copa do Mundo masculina, após receber o torneio em 1970 e 1986. Já os Estados Unidos voltam a organizar a competição depois de 32 anos.
Além do impacto esportivo, a Copa de 2026 deve movimentar bilhões de dólares em setores como turismo, hotelaria, transporte e entretenimento. Estudos apontam que a competição poderá superar em mais de 50% a receita gerada pela edição de 2022, reforçando o peso econômico do maior evento esportivo do planeta.
A Seleção Brasileira, maior campeã da história com cinco títulos mundiais, buscará o hexacampeonato em um torneio que promete quebrar recordes dentro e fora de campo.
