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Casa Mamãe Margarida busca padrinhos e madrinhas para auxiliar nos custos operacionais

Maior número de doações pode ajudar a viabilizar investimentos necessários para a instituição

Escrito por Redação
11 de março de 2026
Algumas atividades e projetos, como a Oficina de Informática e Curso de Música, estão paralisados por falta de verba para custear o pagamento dos monitores e compra de material didático. Foto: Divulgação

A Casa Mamãe Margarida, Organização da Sociedade Civil (OSC), completará, no próximo dia 2 de abril, 40 anos de serviços voltados à população em situação de vulnerabilidade. A entidade, administrada pelas Irmãs Salesianas, cuida e acolhe crianças e adolescentes vítimas de violência, abuso sexual e abandono. Ao longo das quatro décadas de atuação, já atendeu mais de 16 mil pessoas no bairro São José II, na Zona Leste de Manaus.

Atualmente, a instituição atende cerca de 300 meninas por mês em duas modalidades. A Proteção Social Básica oferece atendimento socioeducativo a 280 crianças e adolescentes, além de manter uma escola de tempo integral do ensino infantil ao ensino fundamental I (5º ano).

Já a Proteção Social Especial de Alta Complexidade, voltada ao acolhimento institucional, funciona atualmente com lotação máxima e atende 20 meninas que residem na instituição. Elas foram encaminhadas pela Justiça após terem seus direitos violados ou por estarem sob medida protetiva, sendo vítimas de estupro, abuso, exploração, maus-tratos e abandono. Essa modalidade funciona como retaguarda para o Juizado da Infância e da Juventude e para os Conselhos Tutelares.

Ao longo de sua história, a Casa Mamãe Margarida já beneficiou cerca de 16 mil pessoas por meio de ações educacionais, psicossociais, esportivas, lúdicas, culturais e de inclusão social. Algumas atividades e projetos, como a Oficina de Informática e o Curso de Música, estão atualmente paralisados devido à falta de recursos para custear o pagamento de monitores e a compra de material didático.

Saiba como doar

A direção da Casa Mamãe Margarida busca parcerias com escritórios de engenharia e construtoras que possam colaborar com a elaboração e execução gratuita de melhorias na infraestrutura da instituição. Outra proposta é promover eventos de captação de recursos para ampliar o número de doadores, padrinhos e madrinhas.

Além das necessidades estruturais, a organização também mantém despesas mensais com folha de pagamento de funcionários, alimentação, internet, transporte e compra de materiais de higiene e limpeza.

Antigamente, a gente recebia muitas doações, mas após a pandemia tudo isso foi diminuindo. Hoje, nós quase não recebemos mais doações, principalmente de alimento perecível (frutas, verduras, carne, peixe), material de higiene pessoal e de limpeza. Imagina um prédio de 40 anos funcionando, precisa de manutenções”, reforçou Vanusa.

Quem quiser colaborar pode entrar em contato pelo telefone (92) 9869-9007. As doações também podem ser feitas por meio de depósito nas contas do Bradesco (agência 2467, conta 51895-6) e do Banco do Brasil (agência 1862-7, conta 40.156-0).

PIX (CNPJ): 04.566.352/0001-60 — Inspetoria Laura Vicuña.

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