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’11 de Setembro’ completa 25 anos como símbolo de uma tragédia que mudou o mundo

Atentados de 2001 deixaram quase 3 mil mortos nos Estados Unidos e imagens da queda das Torres Gêmeas permanecem entre os registros mais marcantes da história recente

Escrito por Redação
11 de setembro de 2026
Ataques às Torres Gêmeas, em Nova York, completam 25 anos nesta sexta-feira (11/9) - Foto: Brad Rickerby/ Reuters

Há exatos 25 anos, em 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos sofriam o maior ataque terrorista de sua história. Quatro aviões comerciais foram sequestrados por integrantes da Al-Qaeda: dois atingiram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York; outro foi lançado contra o Pentágono, na Virgínia; e o quarto caiu na Pensilvânia após passageiros reagirem aos sequestradores.

As imagens das aeronaves atingindo os prédios e, posteriormente, do desabamento das torres foram transmitidas ao vivo e atravessaram fronteiras. Quase 3 mil pessoas morreram nos ataques, entre passageiros, trabalhadores, bombeiros, policiais e outros profissionais que atuaram nas operações de emergência. A tragédia deixou ainda milhares de feridos e consequências de saúde que se estenderam pelos anos seguintes.

O 11 de Setembro também provocou profundas mudanças na política internacional e nos sistemas de segurança. Os Estados Unidos iniciaram a chamada “Guerra ao Terror”, que resultou, semanas depois, na invasão do Afeganistão para combater a Al-Qaeda e derrubar o regime Talibã, acusado de abrigar Osama bin Laden. O atentado também levou ao endurecimento das medidas de segurança em aeroportos e voos comerciais ao redor do mundo.

Osama bin Laden, apontado como mentor dos ataques, foi morto por forças especiais norte-americanas no Paquistão em 2011, quase uma década depois. Já as tropas dos Estados Unidos deixaram o Afeganistão em 2021, encerrando uma guerra de aproximadamente 20 anos, marcada por milhares de mortes e pelo retorno do Talibã ao poder.

Um quarto de século depois, o 11 de Setembro permanece marcado na memória coletiva não apenas pelo número de vítimas, mas pelas cenas que mudaram a percepção mundial sobre terrorismo, segurança e conflitos internacionais. Em Nova York, o local onde ficavam as Torres Gêmeas abriga hoje o Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro, dedicado à preservação da memória das vítimas.

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