Há exatos 25 anos, em 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos sofriam o maior ataque terrorista de sua história. Quatro aviões comerciais foram sequestrados por integrantes da Al-Qaeda: dois atingiram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York; outro foi lançado contra o Pentágono, na Virgínia; e o quarto caiu na Pensilvânia após passageiros reagirem aos sequestradores.
As imagens das aeronaves atingindo os prédios e, posteriormente, do desabamento das torres foram transmitidas ao vivo e atravessaram fronteiras. Quase 3 mil pessoas morreram nos ataques, entre passageiros, trabalhadores, bombeiros, policiais e outros profissionais que atuaram nas operações de emergência. A tragédia deixou ainda milhares de feridos e consequências de saúde que se estenderam pelos anos seguintes.
O 11 de Setembro também provocou profundas mudanças na política internacional e nos sistemas de segurança. Os Estados Unidos iniciaram a chamada “Guerra ao Terror”, que resultou, semanas depois, na invasão do Afeganistão para combater a Al-Qaeda e derrubar o regime Talibã, acusado de abrigar Osama bin Laden. O atentado também levou ao endurecimento das medidas de segurança em aeroportos e voos comerciais ao redor do mundo.
Osama bin Laden, apontado como mentor dos ataques, foi morto por forças especiais norte-americanas no Paquistão em 2011, quase uma década depois. Já as tropas dos Estados Unidos deixaram o Afeganistão em 2021, encerrando uma guerra de aproximadamente 20 anos, marcada por milhares de mortes e pelo retorno do Talibã ao poder.
Um quarto de século depois, o 11 de Setembro permanece marcado na memória coletiva não apenas pelo número de vítimas, mas pelas cenas que mudaram a percepção mundial sobre terrorismo, segurança e conflitos internacionais. Em Nova York, o local onde ficavam as Torres Gêmeas abriga hoje o Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro, dedicado à preservação da memória das vítimas.
