Eleições

‘Meu lado é o Amazonas’, diz Roberto Cidade ao defender diálogo com diferentes grupos políticos

Governador afirmou que a prioridade é buscar investimentos e parcerias para ampliar ações e atender demandas do Estado; ele aproveitou e explicou ausência no primeiro debate

Escrito por Redação
12 de agosto de 2026
Governador defendeu diálogo com diferentes grupos políticos e explicou ausência no debate da Band - Foto: Divulgação

O governador e candidato à reeleição, Roberto Cidade (União Brasil), afirmou nesta quarta-feira (12/8), em entrevista à TV Norte, que pretende manter o diálogo com políticos de diferentes grupos para buscar recursos e investimentos para o Amazonas.

Ao comentar uma foto ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Cidade afirmou que continua sendo de centro-direita, mas disse não ver problema em conversar com lideranças de outras correntes políticas quando o objetivo é conseguir benefícios para o Estado.

Cidade reforçou que, durante a reunião com Lula, foram discutidos recursos para a saúde, perdas na arrecadação do Amazonas e medidas para enfrentar uma possível estiagem.

Ausência em debate

Cidade também explicou o porquê de não ter participado do primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Amazonas, realizado pela Band no domingo (9/8). Segundo ele, sua equipe avaliou que o encontro poderia ser usado principalmente para ataques e para a criação de conteúdos políticos para as redes sociais.

“Eu, na condição de governador, iriam querer me atacar, iriam querer criar narrativas políticas para que eles pudessem utilizar isso nas redes sociais”, afirmou.

O candidato também citou a agenda com Lula em Brasília como um dos motivos para não participar do debate. Ele afirmou que foi informado sobre o encontro no domingo e decidiu viajar para tratar de demandas do Amazonas.

Saúde e economia

Na área da saúde, Cidade citou investimentos em unidades de atendimento e a realização de mutirões de consultas e cirurgias.

Na economia, defendeu a manutenção da Zona Franca de Manaus como principal atividade do Estado, mas afirmou que é necessário ampliar as opções de geração de emprego e renda, principalmente no interior.

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