Segurança

Operação Mulher Segura amplia combate à violência e prevê expansão da Ronda Maria da Penha no Amazonas

Nova estratégia do Governo do Amazonas reforça fiscalização de medidas protetivas, investe em tecnologia e pretende ampliar de 8 para 50 viaturas especializadas em todo o estado

Escrito por Rosianne Couto
2 de junho de 2026
Mulheres terão reforço na proteção com ampliação da Ronda Maria da Penha e novas ações de combate à violência - Foto: Caíque Elias/ DC

O governador Roberto Cidade (União Brasil) lançou, nesta terça-feira (2/6), a Operação Mulher Segura, iniciativa que reforça o enfrentamento à violência contra a mulher e amplia as ações de prevenção, proteção e combate ao feminicídio no Amazonas. A operação reúne esforços da Polícia Civil, Polícia Militar e da Ronda Maria da Penha, além de promover campanhas educativas e ações de conscientização na capital e no interior.

Durante o lançamento, o governador destacou que o Estado já conta com cinco lanchas fluviais que atendem cidades-polo como Itacoatiara, Parintins, Tefé, Manacapuru e Tabatinga. Ele também anunciou a meta de ampliar a frota da Ronda Maria da Penha de oito para 50 viaturas nos próximos meses, expandindo o atendimento para municípios do interior.

Cidade defendeu a importância da Lei Maria da Penha e ressaltou a necessidade de fortalecer sua aplicação. Segundo ele, a legislação é um instrumento fundamental para garantir proteção rápida e eficaz às mulheres vítimas de violência, devendo ser preservada e respeitada em sua integralidade.

Entre as metas da nova operação está o investimento em tecnologia para aprimorar o monitoramento de vítimas e agressores. O governador informou que o Estado avalia mecanismos que permitam ampliar os alertas de segurança para familiares próximos das mulheres protegidas por medidas judiciais, fortalecendo a rede de apoio e prevenção.

Ao dirigir uma mensagem às mulheres amazonenses, Roberto Cidade reforçou a importância da denúncia. Ele orientou as vítimas a procurarem as delegacias especializadas, registrarem boletins de ocorrência presenciais ou online e utilizarem os canais oficiais disponíveis para buscar proteção e apoio das forças de segurança.

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