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Ucraniano é investigado por importunação sexual contra uma oficial brasileira em Manaus

Inquérito foi instaurado após piloto de transatlântico cargueiro ser vítima de importunação no Porto Chibatão

Escrito por
Redação
March 12, 2024
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Foto: YouTube/Reprodução

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 1° Distrito Integrado de Polícia (DIP), informou que instaurou um Inquérito Policial para apurar o crime de importunação sexual contra uma piloto de um transatlântico cargueiro, que estava atracado no Porto Chibatão, bairro Colônia Oliveira Machado, zona Sul de Manaus.

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O delegado Cícero Túlio, titular do 1° DIP, afirmou que a vítima foi ouvida na presença de sua advogada, e depoimentos dos agentes portuários responsáveis pela fiscalização da região foram colhidos. Os autores também serão chamados para serem interrogados, porém, mais informações não foram divulgadas.

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

O caso ocorreu um dia após o Dia Internacional da Mulher (8 de março), e envolve o oficial de náutica do transatlântico Express France, o ucraniano Gebenyan Vae, acompanhado de um grupo, que teria agarrado a oficial que faz parte da tripulação do transatlântico CMA CGM Veracruz e voltava de um jantar. Agora, ele pode ser preso conforme as leis do Brasil.

De acordo com a denúncia, o ucraniano teria agarrado e impedido a oficial de descer do veículo que transportava um grupo de seis pessoas. Ela havia jantado em um restaurante da capital amazonense e o ucraniano com cinco tripulantes retornava de um bar.

Durante o trajeto entre a entrada do porto e as embarcações, o grupo passou a importunar a mulher, até o contato físico sem permissão e a tentativa de levá-la até o navio Express France, que, após Manaus, tinha como destino a Colômbia.

O Sindicato Nacional dos Oficiais da Marinha Mercante (Sindmar) se prontificou a ajudar com a denúncia e buscar justiça após saber do caso. O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Marítimos, Aéreos e Fluviais, Carlos Augusto Muller, gravou um vídeo afirmando que é nos navios de bandeiras estrangeiras que acontecem os piores casos de assédio e intimidação contra trabalhadores brasileiros, sejam homens ou mulheres.

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