Pesquisadoras da Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (FUnATI) estão à frente de projetos científicos que utilizam resíduos de frutos amazônicos como guaraná, cacau, tucumã e açaí no desenvolvimento de novos produtos. As iniciativas integram as ações do Centro de Pesquisa, Ensino e Desenvolvimento Tecnológico da instituição (Gerontec) e têm como foco o envelhecimento saudável e a prevenção de doenças.
Os estudos são conduzidos no âmbito da Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade, que mantém linhas de pesquisa voltadas à saúde da população idosa e à inovação com base na biodiversidade regional.
Segundo a pró-reitora de Pesquisa da FUnATI, Verônica Azzolin, os projetos envolvem o aproveitamento de subprodutos de cadeias produtivas locais. “Aqui, fazemos ciência todos os dias. A FUnATI desenvolve pesquisas com foco em envelhecimento saudável, prevenção de doenças e inovação em criação de produtos com base na biodiversidade. Desenvolvendo produtos com resíduos de frutos como guaraná, cacau, tucumã e açaí”, afirmou.
O Gerontec, inaugurado em 2022 e vinculado à Pró-Reitoria de Pesquisa, concentra as atividades científicas da instituição. A estrutura reúne pesquisadores e estudantes envolvidos em estudos sobre saúde, inovação tecnológica e responsabilidade social.
A vice-reitora da FUnATI, Ivana da Cruz, também participa das ações voltadas ao fortalecimento da produção científica da instituição, com ênfase em pesquisas relacionadas ao envelhecimento saudável.
As iniciativas foram destacadas pela instituição em alusão ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, celebrado em 11 de fevereiro. A universidade não informou o número de projetos em andamento nem os recursos investidos nas pesquisas.
