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ONG de Marajó desmente associação da região a crimes de exploração infantil

A Justiça ainda não se pronunciou sobre o caso

Escrito por
Redação
February 23, 2024
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O Observatório do Marajó, Organização Não Governamental (ONG) que busca desenvolver políticas públicas no arquipélago paraense, emitiu um alerta contra uma campanha que associa a região à exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes. A nota pública, divulgada recentemente, contesta essa associação, afirmando que a população local não tolera tais violações e que a narrativa difamatória visa desonrar o povo marajoara.

A Organização destaca que redes criminosas estão presentes em todo o país, não sendo um problema exclusivo da ilha. Para proteger as crianças da violência, enfatiza a importância do fortalecimento do sistema de proteção e garantia de direitos das crianças e dos adolescentes.

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A polêmica sobre a Ilha de Marajó teve início em 2022 com declarações da ex-ministra Damares Alves, que, sem apresentar provas, disse ter ouvido relatos de estupro e tráfico de crianças no Marajó. O Observatório do Marajó critica a postura da ex-ministra, que, segundo a organização, não destinou os recursos prometidos para a região e difundiu informações falsas.

O caso levou o Ministério Público Federal a ajuizar uma ação civil pública contra Damares em 2023, solicitando o pagamento de multa por disseminação de informações falsas. A Justiça ainda não se pronunciou sobre o caso.

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