Um pet mais cheinho pode até arrancar elogios e render fotos fofas, mas nem sempre alguns quilinhos a mais significam saúde. Quando o peso ultrapassa o ideal, o animal pode começar a sentir os efeitos no corpo e muitas vezes o tutor só percebe quando algum problema já apareceu.
Cães e gatos podem ganhar peso por diferentes motivos. Uma porção maior do que a necessária, petiscos oferecidos várias vezes ao dia e uma rotina com pouca movimentação estão entre os fatores que contribuem para o acúmulo de gordura.
E aquele famoso “só mais um petisco” também entra nessa conta. O que parece pouco para o tutor pode representar uma quantidade significativa de calorias para um animal de pequeno porte. O mesmo vale para alimentos oferecidos fora da dieta habitual.
Segundo a médica veterinária Fabiana Schmitt, a obesidade pode abrir caminho para outros problemas.
“O problema é que além da obesidade, a gente tem outros fatores que vão também contribuir, e deixar eles ainda mais doentes, como, por exemplo, a sobrecarga articular, problemas como a diabetes, problemas endócrinos.”
A alimentação, porém, não deve ser tratada da mesma maneira para todos os animais. Um filhote, um animal idoso, um gato castrado ou um cão com uma rotina mais ativa, por exemplo, possuem necessidades diferentes. Por isso, a quantidade e o tipo de alimento precisam acompanhar a realidade de cada pet.
Também não adianta pensar apenas no que vai para o potinho. Movimento é parte do cuidado. Passeios, brincadeiras e atividades dentro de casa ajudam cães e gatos a gastar energia e podem fazer diferença na manutenção do peso.
Mais do que colocar o pet na balança, acompanhar o peso é uma forma de cuidar da saúde antes que os problemas apareçam. Em Manaus, a Clínica-Escola de Medicina Veterinária da UniNorte, no Centro, oferece atendimento com valores sociais. As consultas são realizadas mediante agendamento, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, das 9h ao meio-dia.
