O basquete brasileiro está de luto nesta sexta-feira (17/4) com a morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, em São Paulo. Considerado um dos maiores atletas da história do país, o ex-jogador marcou gerações com sua precisão nos arremessos e protagonismo em competições internacionais.
Conhecido como “Mão Santa”, Oscar construiu uma carreira de destaque mundial, mesmo sem atuar na NBA. Ele é o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos, e acumulou quase 50 mil pontos ao longo da carreira profissional, tornando-se referência global no esporte.
Pela seleção brasileira, liderou campanhas memoráveis, com destaque para a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, considerada uma das maiores conquistas do basquete nacional. Sua longevidade também impressiona: foram 26 anos atuando em alto nível nas quadras.
Nos últimos anos, Oscar enfrentou problemas de saúde após ser diagnosticado com um tumor cerebral em 2011, mas seguiu ativo como palestrante e figura pública, compartilhando sua trajetória de superação e inspirando diferentes gerações.
A morte do ex-atleta repercute entre autoridades, atletas e fãs, que destacam não apenas os números históricos, mas também o papel fundamental de Oscar Schmidt na popularização do basquete no Brasil.
