Política

Eduardo Braga será o relator do Orçamento de 2027 e controlará verba federal

Senador amazonense será responsável por consolidar a proposta orçamentária que prevê salário mínimo de R$ 1.741 e investimentos em áreas essenciais

Escrito por Redação
4 de novembro de 2026
Senador Eduardo Braga assume relatoria-geral do Orçamento de 2027 e terá papel estratégico na definição dos recursos federais - Foto: Agência Senado

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) foi escolhido para assumir a relatoria-geral do projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027. O anúncio ocorreu nesta terça-feira (3/11), após reunião de líderes partidários com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Será a segunda vez que o parlamentar amazonense ocupará a função, exercida anteriormente em 2016.

Como relator-geral, Braga terá a responsabilidade de analisar e consolidar as alterações propostas pelos parlamentares ao Orçamento da União, que estabelece a previsão de receitas e a distribuição dos recursos públicos para o próximo ano. A função é considerada estratégica por influenciar a destinação de verbas federais para áreas como saúde, educação, infraestrutura e segurança pública.

Nas redes sociais, o senador afirmou que pretende priorizar investimentos nesses setores, mantendo o compromisso com o equilíbrio das contas públicas. Segundo Braga, a condução da relatoria será pautada pela responsabilidade fiscal e pela aplicação adequada dos recursos arrecadados da população.

O projeto do Orçamento de 2027 (PLN 24/2026), encaminhado pelo governo federal ao Congresso em agosto, prevê salário mínimo de R$ 1.741, taxa básica de juros de 12,53% ao fim do ano e cotação média do dólar de R$ 5,22. A proposta também estima superávit primário de R$ 18,6 bilhões, equivalente a pouco mais de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Os valores ainda poderão sofrer alterações durante a tramitação.

Antes da votação do Orçamento, o Congresso precisará aprovar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027, que estabelece as prioridades e orientações para os gastos públicos. As duas propostas estão em análise na Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, posteriormente, deverão ser submetidas à votação de deputados e senadores em sessão conjunta do Congresso Nacional.

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