O câncer colorretal está entre os tipos mais incidentes na região Norte do país, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). A doença figura entre as mais frequentes tanto em homens quanto em mulheres, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e diagnóstico precoce.
Ao comentar o encerramento da campanha Março Azul Marinho, o deputado estadual Roberto Cidade (União Brasil), presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), destacou a importância de iniciativas voltadas à conscientização sobre a doença. O parlamentar é autor da Lei nº 6.053/2022, que incluiu a campanha no calendário oficial do Estado.
“Este ano, o Inca divulgou um estudo que coloca o câncer colorretal como um dos mais incidentes entre homens e mulheres do Norte do país, por isso é fundamental que cada vez mais a gente possa conscientizar as pessoas sobre as formas de identificação da doença e, mais do que isso, como fazer para prevenir a ocorrência de casos. São aspectos que podemos melhorar no nosso dia a dia e a nossa lei busca reforçar essas iniciativas”, afirmou Cidade.
Entre os homens, o câncer colorretal perde apenas para os tumores de próstata, pulmão, estômago e cavidade oral. Já entre as mulheres, está atrás apenas dos cânceres de mama, colo do útero, pulmão e tireoide.
A legislação prevê a realização de campanhas informativas e ações preventivas ao longo do mês de março, alinhadas à mobilização nacional conduzida pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), inspirada por iniciativas da Organização Mundial da Saúde.
O câncer colorretal atinge o intestino grosso, incluindo cólon, reto e ânus. Entre os principais sintomas estão diarreia ou constipação persistente, sensação de esvaziamento incompleto do intestino, presença de sangue nas fezes, dor abdominal, inchaço, cansaço constante e perda de peso sem causa aparente.
