O Banco da Amazônia encerrou 2025 com lucro líquido de R$ 1,1 bilhão, mantendo desempenho robusto mesmo diante de um cenário econômico desafiador. A carteira de crédito atingiu R$ 66,8 bilhões, alta de 20,4% em relação ao ano anterior, refletindo a expansão das contratações e o fortalecimento da estratégia comercial da instituição.
O avanço foi sustentado pelo crescimento de 22,3% nas receitas, com destaque para a intermediação financeira. A margem financeira bruta subiu 17,6%, impulsionada principalmente pelas rendas de crédito e pelo desempenho da tesouraria, evidenciando a capacidade do banco de ampliar suas operações mesmo sob maior pressão de custos e riscos.
Ao longo do ano, a instituição investiu na modernização de produtos e serviços, com foco na digitalização e diversificação de receitas. Novas frentes, como adquirência, cartão de crédito e consórcio, ampliaram a presença do banco no mercado e fortaleceram o relacionamento com clientes, que já somam mais de 1,2 milhão, com destaque para o crescimento no segmento empresarial.
Na agenda sustentável, o banco reforçou seu protagonismo com a expansão de programas como o Pronaf e o microcrédito produtivo, além do crescimento do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), principal instrumento de apoio ao desenvolvimento regional. A atuação também ganhou visibilidade internacional com participação na COP30 e parcerias com organismos como o Banco Mundial e a Agência Francesa de Desenvolvimento.
Segundo o presidente Luiz Lessa, os resultados refletem uma estratégia voltada ao crescimento responsável e à consolidação do banco como agente do desenvolvimento sustentável na Amazônia, aliando inovação, expansão do crédito e fortalecimento institucional.
