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Falta de sinalização aumenta risco de acidentes em cruzamento do Tancredo Neves

Rua Itapiranga, no bairro, é apontada como ponto de risco para motoristas, motociclistas e pedestres; comunidade teme novos acidentes

Escrito por Micaele Souza
8 de setembro de 2026
Cruzamento da Rua Itapiranga preocupa moradores pelo risco de acidentes - Foto: Hercules Xavier/ DC

Atravessar a Rua Itapiranga, no bairro Tancredo Neves, zona Leste de Manaus, tem sido motivo de preocupação para moradores. No cruzamento, a falta de sinalização é apontada como um dos principais problemas e, segundo relatos, acidentes já aconteceram no local.

A situação preocupa ainda mais nos horários de entrada e saída das escolas, quando crianças passam pelo cruzamento. Moradores afirmam que motoristas e motociclistas atravessam a via sem parar, aumentando o risco para quem precisa passar a pé.

“A maioria dos acidentes é com motocicletas. As crianças, daqui a pouco, estão no horário da escola e atravessam. A gente fica preocupado com nossos filhos que vêm para a escola nesse cruzamento. É perigoso”, relatou Andreia Leal, dona de casa.

Além dos acidentes, a imprudência de condutores é um dos motivos e a ausência de placas de “Pare” e de sinalização horizontal dificulta a organização do trânsito. Para Ingrid Figueiredo, comerciante local, a instalação de um semáforo poderia melhorar a segurança no cruzamento.

“Muitos motociclistas e condutores não respeitam. Eles passam realmente direto, não param na esquina. Acredito que a sinalização de semáforo nesse cruzamento seria bem viável”, afirmou.

Quem trabalha diariamente sobre duas rodas também relata os riscos. Cleison de Oliveira, motociclista de aplicativo, diz já ter presenciado acidentes e defende mais sinalização nas ruas de Manaus.

“Tem que ter a placa de ‘pare’ e a faixa contínua, mas não tem. Isso prejudica muito o motorista e o motoqueiro”, relatou.

A comunidade pede a instalação das sinalizações horizontal e vertical, faixa contínua e, se possível, um semáforo no cruzamento.

A reportagem procurou o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) para saber se há previsão de implantação de sinalização ou algum estudo para o local. Até o fechamento desta reportagem, não houve resposta.

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