Comemorado hoje, 24 de agosto, o Dia do Artista homenageia profissionais que transformam a criatividade em diferentes formas de expressão. No Amazonas, artistas atuam em áreas como teatro, audiovisual, ilustração, tatuagem e design, levando histórias, cultura e identidade para o público.
Entre esses profissionais está Neuriza Figueira, atriz e contadora de histórias que atua há 10 anos no cenário artístico amazonense. Formada em Teatro pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), ela possui trabalhos no teatro e no audiovisual.
Neuriza também participou de projetos e festivais ao longo da carreira. Entre os reconhecimentos, estão o edital Zezinho Corrêa, com o projeto No Mundo Encantado dos Contos, e o Projeto EntrevistArte, contemplado pelo Prêmio Feliciano Lana, em 2020.
A artista integrou o Grupo de Teatro Experimental do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro entre 2017 e 2023 e, em 2024, atuou na produção do 18º Festival de Teatro da Amazônia. Atualmente, faz parte do elenco da Souflê de Bodó Company e da Companhia Rã Qi Ri.
Além dos palcos, Neuriza também atua como avaliadora em festivais culturais realizados em municípios do interior do Amazonas, como Maués, Urucurituba, Santa Isabel do Rio Negro, Barreirinha e Manicoré.
Arte além dos palcos
A artista Isabela Reis encontrou na arte uma forma de expressar a própria identidade. Ilustradora, tatuadora e designer, ela utiliza referências da cultura brasileira, principalmente das regiões Norte e Nordeste, em seus trabalhos.
O contato com o desenho começou na infância, influenciado pelo irmão, que fazia um curso de ilustração no Ceará. Em 2020, durante a pandemia, a atividade ganhou espaço profissional. Na época, Isabela passou três meses acompanhando o filho, que estava internado em um hospital, e encontrou na ilustração uma forma de continuar trabalhando e gerar renda.
As raízes familiares também estão presentes nas criações da artista. Segundo Isabela, as referências nortistas e nordestinas fazem parte de sua identidade e aparecem naturalmente em seus trabalhos.
Com o tempo, a ilustração deu espaço para outras linguagens, como a tatuagem e o design. Para Isabela, a arte representa mais do que uma profissão: é uma forma de expressar quem ela é.
“Eu não imagino a minha vida em outra profissão, acho que eu nasci artista e vou morrer artista”, sentenciou.
