Saúde

Dormir com o pet faz mal? Ciência aponta benefícios, mas alerta para alguns cuidados

Convivência com cães e gatos pode favorecer bem-estar e reduzir o estresse, mas higiene, vacinação e qualidade do sono devem entrar na conta

Escrito por Redação
23 de agosto de 2026
Dormir com o pet pode trazer conforto e companhia, mas exige cuidados com higiene e saúde - Foto: Getty Images/iStockphoto

Dividir a cama com cães ou gatos é um hábito comum entre tutores e, segundo a ciência, não representa necessariamente um problema. A convivência com os animais pode proporcionar sensação de companhia, conforto e bem-estar, além de estar associada à redução do estresse e à melhora do humor.

O contato com os pets também pode estimular substâncias relacionadas ao vínculo e ao prazer, como ocitocina, serotonina e dopamina. Para algumas pessoas, a presença do animal ajuda a aliviar a sensação de solidão e favorece momentos de relaxamento. A rotina de cuidados, especialmente com cães, ainda pode estimular a prática de atividades físicas.

Mas o carinho não elimina os cuidados. Vacinação, vermifugação, acompanhamento veterinário e controle de parasitas são importantes para reduzir riscos de infecções. Pessoas com maior vulnerabilidade imunológica e bebês exigem atenção redobrada, e recém-nascidos não devem compartilhar o espaço de sono com animais.

Outro ponto é a qualidade do sono. Se a presença do pet provocar interrupções frequentes ou fizer com que a pessoa não consiga dormir sem o animal, o hábito pode deixar de ser benéfico. O equilíbrio, portanto, está em conciliar o vínculo afetivo com condições adequadas de higiene, saúde e descanso.


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