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‘Errei, acertei, mas nunca me acovardei’: Wilson rebate acusação sobre compra de respiradores durante a pandemia

Candidato ao Senado afirma que equipamentos foram adquiridos de uma importadora autorizada e contesta informações que voltaram a circular durante a campanha

Escrito por Redação
18 de agosto de 2026
Wilson Lima rebateu informações sobre a compra de respiradores durante a pandemia - Foto: Divulgação

O candidato ao Senado Wilson Lima (Federação União Progressista) rebateu, nesta terça-feira (18/8), informações sobre a compra de respiradores durante a pandemia de Covid-19 no Amazonas. Em vídeo publicado nas redes sociais, o ex-governador classificou como falsa a versão de que os equipamentos teriam sido comprados em uma loja de vinhos e afirmou que a aquisição ocorreu por meio da FJAP, empresa autorizada a comercializar produtos médico-hospitalares.

Segundo Wilson, a empresa utilizava o nome fantasia Vineria Adega e também mantinha uma loja de vinhos, o que, de acordo com ele, teria contribuído para a associação feita sobre a compra dos equipamentos. O candidato afirmou ainda que os respiradores foram escolhidos em meio à escassez mundial de equipamentos e devido à previsão de entrega mais rápida.

Wilson também declarou que acompanhou publicamente a chegada dos aparelhos ao Amazonas, concedeu entrevistas e participou da divulgação da entrega. Ao justificar a decisão tomada durante a crise sanitária, afirmou que a prioridade naquele momento era ampliar a estrutura hospitalar e garantir equipamentos para atender à demanda provocada pela pandemia.

“Errei ao não ter dedicado tempo nas redes sociais para me defender quando essa fake news começou a circular, em 2020. Coloquem-se no meu lugar: não havia uma UTI no interior, não havia uma usina de oxigênio no estado inteiro e não tínhamos leitos suficientes nem em Manaus. A nossa prioridade era salvar vidas”, declarou.

No mesmo vídeo, o candidato contestou uma declaração da candidata ao Governo do Amazonas Maria do Carmo sobre um suposto julgamento marcado para 2 de setembro. Segundo Wilson, a data corresponde à análise de um recurso apresentado pela defesa e não a um julgamento, como teria sido divulgado nas redes sociais.

“Se eu não tivesse comprado os respiradores com rapidez, hoje poderia ser considerado pelo povo e pela Justiça como um governador omisso. E isso eu não sou. Errei, acertei, mas nunca me acovardei”, concluiu.

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