Política

Lançamento do mascote Pilili marca 30 anos da urna eletrônica no Brasil

Iniciativa do Tribunal Superior Eleitoral busca aproximar jovens do processo eleitoral e reforçar a confiança no sistema de votação

Escrito por Micaele Souza
5 de maio de 2026
Presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, e a mascote Pilili em evento no TSE - Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

Ontem (4/5), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) celebrou os 30 anos da urna eletrônica com o lançamento do mascote “Pilili”, criado para aproximar a população, especialmente os jovens, do processo eleitoral e reforçar a importância do voto consciente.

O nome faz referência ao som emitido pela urna no momento da confirmação do voto e simboliza, de forma lúdica, a participação cidadã. Durante a cerimônia, a presidente do TSE, Cármen Lúcia, destacou a segurança, a agilidade e a auditabilidade do sistema eletrônico brasileiro.

“O voto é computado sem interferência externa. É a escolha do cidadão, feita de forma individual e segura”, afirmou.

A ministra também incentivou a participação de jovens entre 15 e 17 anos, lembrando que aqueles que completarem 16 anos até o dia 4 de outubro poderão votar, desde que tenham solicitado o título de eleitor previamente.

Considerada um dos principais marcos da tecnologia nacional, a urna eletrônica foi utilizada pela primeira vez nas eleições municipais de 1996. Desde então, o Brasil se tornou referência mundial em votação eletrônica, com um sistema reconhecido pela rapidez na apuração e confiabilidade dos resultados.

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