A comercialização de produtos esportivos falsificados já representa 34% do mercado no Brasil, segundo dados apresentados durante debate na Câmara dos Deputados. O avanço da pirataria acendeu um alerta entre representantes do setor, que destacam impactos diretos na economia, na geração de empregos e na segurança do consumidor.
De acordo com especialistas, a venda de itens ilegais reduz a arrecadação de impostos e prejudica empresas que atuam de forma regular. Além disso, a prática favorece cadeias criminosas, ampliando um problema que vai além do comércio irregular e alcança a esfera da segurança pública.
Outro ponto de preocupação é a qualidade dos produtos falsificados. Sem controle técnico ou certificação, esses itens podem apresentar riscos aos usuários, especialmente em artigos esportivos que exigem padrões mínimos de segurança e desempenho.
Durante a discussão, parlamentares e representantes do setor defenderam o fortalecimento da fiscalização e a adoção de medidas mais rigorosas para coibir a pirataria. A ampliação de campanhas de conscientização também foi apontada como estratégia essencial para reduzir a demanda por produtos ilegais.
O tema segue em debate no Congresso Nacional, com a expectativa de avanço em propostas que combatam a falsificação e protejam tanto consumidores quanto a indústria esportiva.
