Usei essa frase na edição desta semana do podcast “Central do Fora” que apresento semanalmente com meus amigos do Esporte Manaus, Lucas Queiroz e Matheus Pereira. Tudo porque o cenário do futebol amazonense requer alguns ajustes o suficiente para serem devidamente atendidos e melhorados. No futebol feminino, o Instituto 3B e o Itacoatiara estão na batalha em funções distintas. As Feras da Amazônia estão na série A, mas lutam pra não cair e nem tudo está perdido, uma vez que basta o time vencer o próximo jogo que é contra o Bahia, no estádio Carlos Zamith no domingo (15). Já o Itacoatiara, que sempre avançou de fase na série B do Brasileirão Feminino, ainda não garantiu classificação. Nas últimas quatro edições seguidas da série A2, as Tigresas brigaram pelo acesso. Mas calma, nem tudo está perdido e elas empataram com o Paysandu na última rodada e estão buscando reabilitação. Oremos!
Daí quando vamos para o futebol masculino, nos deparamos com Manaus e Amazonas vivendo momentos bem opostos nas suas respectivas competições. Na série D, o Gavião tem oscilado muito e ainda não consegue imprimir uma campanha mais sólida. Voltou a ficar fora da zona de classificação, mas, nem tudo está perdido, pois ainda é começo de returno da série D. É possível classificar e está de técnico novo, quer dizer nem tão novo assim. Renatinho Potiguar retornou com a missão de fazer uma campanha mais sólida este ano.
Já o Amazonas, não tem tido um início de série B agradável. Venceu, mas não convenceu e segue na zona de rebaixamento. O time não está na evolução que gostaríamos, são 11 rodadas e 10 pontos conquistados. Sequer teve a chance de respirar fora do Z4 alguma vez. Mas, nem tudo está perdido, já que, restam 27 rodadas para que a Onça reaja. E olha, precisam mais do que reagir, precisam acordar. Falta muito mais que futebol ali.
Colunista
Larissa Balieiro
Jornalista esportiva, apresentadora do Fora de Série AM, proprietária da @agenciaesportiva.lbame vencedora do Prêmio de Jornalista Esportiva mais admirada da região norte.
