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Brasil sana dívida de R$4 bilhões e retoma direito a voto na ONU

A dívida se arrastava desde o governo Dilma, e o Brasil chegou a ser o 2º país com maior dívida com a ONU

Escrito por
Lucas Albarado
January 04, 2024
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O Brasil quitou dívidas com a Organização das Nações Unidas (ONU) e outras instituições internacionais, no valor de R$4,6 bilhões, conseguindo de volta o seu direito a voto, que estava suspenso por ser o 2º país com a maior dívida com a ONU. 

De acordo com o governo Lula, os acordos para sanar os valores foram firmados ao longo de 2023, e foi visto com bons olhos pela comunidade internacional, como uma forma do Brasil mostrar que quer voltar ao protagonismo além do Mercosul e por manter a liderança do G20 ainda em 2024. 

Com isso, o país pode melhorar a conversa que corre há bastante tempo, sobre sua possível entrada como membro permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Em nota, o Itamaraty informou:

“O país pagou integralmente suas contribuições com o orçamento regular da ONU, no valor aproximado de R$1,1 bilhão, referentes a missões de paz. Dessas foram, além de assegurar o direito de voto do país na Assembleia Geral das Nações Unidas em 2024, o Brasil reforçou seu multilateralismo com a Organização e sua atuação internacional” afirmou. 

Os pagamentos garantiram o direito a voto na Organização Internacional para as Migrações (OIM), Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares (CTBTO), Agência Internacional de Energia Atômica (Aifa), Organização para a Proibição das Armas Químicas (Opaq) e o Tribunal Penal Internacional (TPI).

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